Dizem que a água um dia vai acabar. Beto e Juliana acreditam nisso, mas só que eles não fazem por onde para evitar esse problema. Sempre deixam as torneiras do banheiro abertas mesmo quando não estão em uso, só para brincar. Eles sempre dizem:
- Quem paga a água da escola não somos nós, então podemos deixar a pia aberta à toa!
Mas o que eles não sabiam é que a água que está jorrando na torneira da escola também está interligada com a água que todo mundo bebe em casa e usa para tomar banho. Se faltar esse líquido tão precioso, não poderão reclamar de nada, pois foram eles mesmos que desperdiçaram.
Até que aparece uma linda mulher é diz:
-Vocês não podem ficar desperdiçando água à toa, porque tem muitas pessoas precisando dela. E vocês, o que estão fazendo aqui dentro do banheiro?
- O Beto perdeu a chave e agora estamos trancados aqui. O problema é que ninguém ouve a gente - disse Juliana.
- É só procurar a chave! – disse a linda mulher
Todos começaram a procurar, até que Beto sem querer achou:
- Pessoal! Pessoal! Achei a chave!
- Ainda bem, porque se não a gente iria ficar presos até amanhã, então, vamos sair logo daqui! - disse Juliana.
- Então pega a chave, Juju!
- Por que Beto, você está com algum problema? - disse Juliana.
- Sim! Sim! A chave caiu dentro do vaso sanitário. E agora, você quer pegar?
- Beto! Não acredito! Você deixou a chave cair dentro do vaso! Agora quem vai pegar é você.
- Não, eu já disse que não vou pegar – afirmou Beto.
Enquanto eles discutiram, Vinha uma mulher toda de branco com o nariz e a boca coberta de algodão igual a uma maluca. Na verdade era uma mulher que estava morta há anos. Quando eles viraram, tomaram um tremendo susto. Começaram a correr e correr até que cansaram e resolveram parar, e perceberam que ela não falava, por isso precisava fazer mímicas. Então ela queria disser alguma coisa e resolveram tentar tirar o algodão. Depois de muitas tentativas, finalmente conseguiram. Então ela contou toda a história dela quando morreu e quem ela era.
O final de tudo descobriram que ela queria conscientizar os meninos que é preciso preservar a água e gastar apenas o necessário na vida, se não, quem vai se prejudicar serão as gerações futuras.
Depois eles ficaram super envergonhados, porque tiveram que vir outra pessoa para mostrar uma coisa tão simples.

Mariana, fiquei fascinada pelas suas criações...
ResponderExcluirQue Deus lhe conserve uma menina assim, cheia de vontade, como pode mostrar nos textos elaborados, que depende de nós, até mais de vocês novinhos, para um mundo melhor.Claro que sem Deus no barco, nada andará bem, mas se nós seres humanos, investimos em coisas boas, tudo pode melhorar!
Gosto muito, muito mesmo de sua mãe, e aprendi a gostar de você também!
Parabéns por suas criações e depois me explica como faço, para ser membro do seu blog...
Beijos, Michelli da Uniabeu.
Escreve mais coisas!
ResponderExcluirMuito boa a crítica, mesmo, parabéns!!! Mas ela é do gênero narrativo, não argumentativo!
ResponderExcluirÉ um texto argumentativo sim, pois ali expressa o ponto de vista dela
ExcluirEla mostra seu ponto de vista, mas não argumenta subjetivamente.
Excluirmas ela nao pode argumentar subjetivamente e sim objetivamente , ou è sim ou è nao, nao tem meio termo
ExcluirMuito bom obg
ResponderExcluirAa eeu sei
ResponderExcluirOlha, desculpe o balde de água fria, mas a história está um lixo, cheia de incoerência e erros bobos de ortografia, a conectividade entre os parágrafos é praticamente inexistente, tem personagens demais para uma crônica argumentativa, o uso de figuras de linguagem é nulo, não há humor e sua tese se apagou quando joguei em você o balde de água fria, desculpe.
ResponderExcluirfaz com a mulher no século 21
ResponderExcluirinteressante mais vc bem que podia fazer com que suas crônicas fizessem mais sentido...
ResponderExcluirmais valeu o esforço
Mas n mais
Excluirwtf
ResponderExcluir._.
ResponderExcluirBlz
Amei esse texto, caiu como uma luva, pois estamos trabalhando crônica contextualizada a temática agua.
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