segunda-feira, 20 de junho de 2011

Ainda vou te encontrar...

 A paixão é uma coisa estranha, ela se constrói do nada e por motivos que você não sabe nem explicar, porque na verdade você não tem como explicar uma coisa do coração.. Mas é inevitável você rejeitá-la, você guarda ela no seu peito, e sente um aperto quando não estar perto da pessoa que você gosta, sente um arrepio, um frio na barriga quando está perto, são sensações engraçadas, e só quem sente sabe como é, as paixões são passageiras, vivem mudando, pulando de coração em coração, mas existe um sentimento mais forte, um mais duradouro o qual eu ainda não desfrutei.. o amor, ahhh esse sim é um grande sentimento, ele é capaz de mudar a nossa vida, ele é capaz de mudar quase tudo, ele muda o nosso jeito nós que éramos descolados, populares.. viramos uns patéticos, babões! haha..o amor é capaz de acabar com o orgulho, ele transforma pessoas ruins e boas, mas também quando recusado pode ser ao contrário despertando o ódio dentro da pessoa, mas nada de muito perigoso porque depois ela vai encontrar um novo amor e recomeçar tuuuuuudo de novo, esse é o ciclo do amor, do verdadeiro amar! mas também quando somos machucados, feridos.. choramos, sofremos, dizemos até que estamos com o coração partido, que não temos razão p. viver, mas será que só existe um tipo de amor ?! o amor entre o homem e a mulher ? claro que não, existe o amor a vida, aos amigos, aos parentes, as coisas simples que nós encontramos ao longo do tempo e que as vezes passamos despercebidas e a felicidade pode estar ali, bem ali naquele vasinho de planta que você acha que é um simples enfeite, só que você está enganado, porque ali tem uma vida, e quando falamos da vida, certamente falaremos do amor, pois é eles andam junto, e por isso que sempre estamos a procura de alguém, de algo que nos transmita a vida, o amor, a luz, a felicidade.. e pode ter certeza que no final.. sempre encontramos. ;)

domingo, 1 de maio de 2011

Pra quêr tentar evitar?


Pra quêr tentar evitar o inevitável?
Mesmo em direções opostas, um dia esses caminhos iriam se cruzar.
Nossa vontade não vai contra o tempo, porque pra tudo há um momento certo
de acontecer.
Diz-se que quanto você luta muito pra ter uma "coisa"
E essa com muita dificuldade você consegue, após muita batalha...
Será duradouro
Nada é pra sempre...
Mais isso será bom o suficiente para se tornar inesquecível
Porque há "coisas" em nossas vidas que são insubstituíves!


Vou sentir saudades!

Um dia ,a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... Do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre. Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar... Quem sabe nos e-mails trocados.
Podemos nos telefonar conversar algumas bobagens... Aí os dias vão passar, meses... anos... Até este contato tornar-se cada vez mais raro.
Vamos nos perder no tempo... Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e nos perguntarão: quem são aquelas pessoas? Diremos... Que eram nossos amigos. E... Isso vai doer tanto! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos da minha vida!
A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente... Quando o nosso grupo estiver incompleto, nos reuniremos para um último adeus a um amigo. E entre lágrimas nos abraçaremos. Faremos promessas de nos encontrarmos mais vezes daquele dia em diante.
Por fim, cada uma vai para o seu lado para continuar a viver sua vidinha isolada do passado. E nos perderemos no tempo...
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...
“Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!”

terça-feira, 22 de março de 2011

Um por todos, todos por um! - Bullying

Alguns rituais ainda persistem, como o trote aos que passam no vestibular ( a diferença, nesse caso e em vários outros, é que o jovens passa a ser aceito por outros jovens é não mais pelo conjunto da sociedade). Você pode aprender muito sobre o universo adolescente olhando a constituição das rodinhas em sala. Não se trata, óbvio, de tentar falar a linguagem dos jovens, vestir-se como eles ou fazer-se de amigos . O objetivo é observar em torno de quais idéias e valores eles se reúnem, incentivar suas boas práticas e, eventualmente, aproveitar alguns temas próximos a sua realidade. Muitas vezes, por medo do isolamento, jovens acabam adotando regras e comportamentos coletivos sem colocá-los em questão. Um meninos chamado Flávio de 14 anos diz o seguinte "Na minha sala tem um nerd que sempre atrapalha a hora da saída. Faz perguntas 5 minutos antes de acabar a aula. Então agente "zoa" mesmo,chama ele de " inteligentes" e todo mundo ri. Dou altas risadas "zoando" ele. Todo mundo gosta" Esse tipo de atitude pode levar ao bullying. Isso não é bom, pense nisso antes de fazer com alguém.

A água - Crônica argumentativa




     Dizem que a água um dia vai acabar. Beto e Juliana acreditam nisso, mas só que eles não fazem por onde para evitar esse problema. Sempre deixam as torneiras do banheiro abertas mesmo quando não estão em uso, só para brincar. Eles sempre dizem:
    - Quem paga a água da escola não somos nós, então podemos deixar a pia aberta à toa!
     Mas o que eles não sabiam é que a água que está jorrando na torneira da escola também está interligada com a água que todo mundo bebe em casa e usa para tomar banho. Se faltar esse líquido tão precioso, não poderão reclamar de nada, pois foram eles mesmos que desperdiçaram.
     Até que aparece uma linda mulher é diz:
     -Vocês não podem ficar desperdiçando água à toa, porque tem  muitas pessoas precisando dela. E vocês, o que estão fazendo aqui dentro do banheiro?
     - O Beto perdeu a chave e agora estamos trancados aqui. O problema é que ninguém ouve a gente - disse Juliana.
     - É só procurar a chave! – disse a linda mulher
Todos começaram a procurar, até que Beto sem querer achou:
    - Pessoal! Pessoal! Achei a chave!
    - Ainda bem, porque se não a gente iria ficar presos até amanhã, então, vamos sair logo daqui! - disse Juliana.
    - Então pega a chave, Juju!
    - Por que Beto, você está com algum problema? - disse Juliana.
    - Sim! Sim! A chave caiu dentro do vaso sanitário. E agora, você quer pegar?
    - Beto! Não acredito! Você deixou a chave cair dentro do vaso! Agora quem vai pegar é você.
    - Não, eu já disse que não vou pegar – afirmou Beto.
    Enquanto eles discutiram, Vinha uma mulher toda de branco com o nariz e a boca coberta de algodão igual a uma maluca. Na verdade era uma mulher que estava morta há anos. Quando eles viraram, tomaram um tremendo susto. Começaram a correr e correr até que cansaram e resolveram parar, e perceberam que ela não falava, por isso precisava fazer mímicas. Então ela queria disser alguma coisa e resolveram tentar tirar o algodão. Depois de muitas tentativas, finalmente conseguiram. Então ela contou toda a história dela quando morreu e quem ela era.
     O final de tudo descobriram que ela queria conscientizar os meninos que é preciso preservar a água e gastar apenas o necessário na vida, se não, quem vai se prejudicar serão as gerações futuras.
      Depois eles ficaram super envergonhados, porque tiveram que vir outra pessoa para mostrar uma coisa tão simples.

Texto criado por: Mariana Barbosa Freires