terça-feira, 22 de março de 2011

Um por todos, todos por um! - Bullying

Alguns rituais ainda persistem, como o trote aos que passam no vestibular ( a diferença, nesse caso e em vários outros, é que o jovens passa a ser aceito por outros jovens é não mais pelo conjunto da sociedade). Você pode aprender muito sobre o universo adolescente olhando a constituição das rodinhas em sala. Não se trata, óbvio, de tentar falar a linguagem dos jovens, vestir-se como eles ou fazer-se de amigos . O objetivo é observar em torno de quais idéias e valores eles se reúnem, incentivar suas boas práticas e, eventualmente, aproveitar alguns temas próximos a sua realidade. Muitas vezes, por medo do isolamento, jovens acabam adotando regras e comportamentos coletivos sem colocá-los em questão. Um meninos chamado Flávio de 14 anos diz o seguinte "Na minha sala tem um nerd que sempre atrapalha a hora da saída. Faz perguntas 5 minutos antes de acabar a aula. Então agente "zoa" mesmo,chama ele de " inteligentes" e todo mundo ri. Dou altas risadas "zoando" ele. Todo mundo gosta" Esse tipo de atitude pode levar ao bullying. Isso não é bom, pense nisso antes de fazer com alguém.

A água - Crônica argumentativa




     Dizem que a água um dia vai acabar. Beto e Juliana acreditam nisso, mas só que eles não fazem por onde para evitar esse problema. Sempre deixam as torneiras do banheiro abertas mesmo quando não estão em uso, só para brincar. Eles sempre dizem:
    - Quem paga a água da escola não somos nós, então podemos deixar a pia aberta à toa!
     Mas o que eles não sabiam é que a água que está jorrando na torneira da escola também está interligada com a água que todo mundo bebe em casa e usa para tomar banho. Se faltar esse líquido tão precioso, não poderão reclamar de nada, pois foram eles mesmos que desperdiçaram.
     Até que aparece uma linda mulher é diz:
     -Vocês não podem ficar desperdiçando água à toa, porque tem  muitas pessoas precisando dela. E vocês, o que estão fazendo aqui dentro do banheiro?
     - O Beto perdeu a chave e agora estamos trancados aqui. O problema é que ninguém ouve a gente - disse Juliana.
     - É só procurar a chave! – disse a linda mulher
Todos começaram a procurar, até que Beto sem querer achou:
    - Pessoal! Pessoal! Achei a chave!
    - Ainda bem, porque se não a gente iria ficar presos até amanhã, então, vamos sair logo daqui! - disse Juliana.
    - Então pega a chave, Juju!
    - Por que Beto, você está com algum problema? - disse Juliana.
    - Sim! Sim! A chave caiu dentro do vaso sanitário. E agora, você quer pegar?
    - Beto! Não acredito! Você deixou a chave cair dentro do vaso! Agora quem vai pegar é você.
    - Não, eu já disse que não vou pegar – afirmou Beto.
    Enquanto eles discutiram, Vinha uma mulher toda de branco com o nariz e a boca coberta de algodão igual a uma maluca. Na verdade era uma mulher que estava morta há anos. Quando eles viraram, tomaram um tremendo susto. Começaram a correr e correr até que cansaram e resolveram parar, e perceberam que ela não falava, por isso precisava fazer mímicas. Então ela queria disser alguma coisa e resolveram tentar tirar o algodão. Depois de muitas tentativas, finalmente conseguiram. Então ela contou toda a história dela quando morreu e quem ela era.
     O final de tudo descobriram que ela queria conscientizar os meninos que é preciso preservar a água e gastar apenas o necessário na vida, se não, quem vai se prejudicar serão as gerações futuras.
      Depois eles ficaram super envergonhados, porque tiveram que vir outra pessoa para mostrar uma coisa tão simples.

Texto criado por: Mariana Barbosa Freires